Revista Princípios Digital

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Lênin, risonho e bem humorado

Os filmes conhecidos que registram a figura histórica de Vladimir Ilyich Lenin foram reunidos, em 1969, por Mikhail Romm, no documentário Lenin vivo, ou Lenin em vida. Postos em ordem cronológica e acrescidos de comentários, formam material indispensável ao estudo do comunismo, da União Soviética e do século 20.


Por José Carlos Ruy



Conservados nos arquivos do então Partido Comunista da União Soviética, os filmes vão de 1918 a 1921, quando Lênin dirigiu o início da construção do socialismo na URSS.

São notáveis as cenas do segundo (1920, das "21 condições" da Internacional Comunista) e terceiro (1921, da adoção da "frente única" pela IC) congressos da Comintern, que forjou o marxismo-leninismo e os partidos comunistas no século 20. 

O discurso com a voz de Lenin, no meio do documentário ("Apelo ao Exército Vermelho", pode ser lido e ouvido na íntegra aqui: http://fishuk.cc/lenin-fala4. É uma raridade! 

Alguém disse certa vez que o pleno entendimento da dialética só é possível se houver bom humor. Pois bem, nestes filmes podemos ver um Lênin sorridente, de olhar vivaz, e quase sempre (como ele próprio preveria, segundo o testemunho de Gorki) no meio do povo e dos militantes. 

Do Portal Vermelho
Fonte do vídeo: You Tube

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

A República Popular Democrática da Coreia testou sua Bomba H

Como todos os países capitalistas censuram, manipulam e deturpam todas as informações que vem da República Popular Democrática da Coreia, temos que ter cautela ao repercutir e divulgar as informações que nos chegam aqui no Brasil. Mas em se confirmando as notícias que chegam, podemos afirmar que, é com grande felicidade e satisfação que ficamos sabendo que hoje os nossos camaradas comunistas da República Popular Democrática da Coreia, conseguiram com sucesso testar e detonar a sua primeira bomba termonuclear de hidrogênio (Bomba H).


Segundo foi divulgado pela TV da Coreia, hoje (06/01/2016), às 10h na Coréia, teve exito o primeiro teste da Bomba H que foi conduzido com sucesso pela República Popular Democrática da Coreia. O tremor gerado pela detonação termonuclear foi detectado por sismógrafos em todo o mundo, confirmando que realmente um teste de grande magnitude foi feito na região nordeste do país, próximo à localidade de Punggye-ri. O sismo teve magnitude de 5.1, e foi registrado por volta 23h:30min no horário de Brasília, e ocorreu na zona de testes nucleares do país.

Segundo a apresentadora da TV coreana, "... Após o pleno sucesso da nossa bomba H histórica, nos juntamos ao grupo dos estados nucleares avançados"... "Este último teste, produto da nossa tecnologia e da nossa mão de obra, confirma que os recursos científicos e tecnológicos que desenvolvemos recentemente são eficientes e provam cientificamente o impacto da nossa bomba H miniaturizada".

A República Popular Democrática da Coreia alega que sua política de defesa, com o desenvolvimento de armas termonucleares, é apenas mais uma forma de garantir a defesa do povo coreano contra a política hostil e agressiva dos Estados Unidos TERRORISTAS da América (EUA) e dos países capitalistas que invadiram o território da Coreia logo depois do fim da segunda guerra mundial. Atualmente as forças invasoras, lideradas pelos EUA, ocupam metade do território coreano. A parte ocupada pelas forças invasoras passou a ser chamada de Coréia do Sul. Caso o país tenha realmente conseguido produzir uma bomba de hidrogênio, certamente o potencial destrutivo do arsenal atômico do país pode se multiplicar por dez ou por cem.


Como estamos vendo diariamente na imprensa capitalista brasileira e mundial, todos os meios de comunicação que fazem parte do complexo de informação e desinformação do sistema capitalista, estão tendo uma reação que beira a histeria coletiva. Iludidos com as mentiras que eles mesmos inventaram sobre a República Popular Democrática da Coreia socialista, agora não conseguem entender a magnitude histórica do que acabou de acontecer.



Soldado passa por uma tela de televisão em estação ferroviária
em Seul enquanto se anuncia o teste com bomba de hidrogênio


CIÊNCIA

Uma coisa é certa, a República Popular Democrática da Coreia é um estado socialista com grande capacidade e desenvolvimento educacional, científico e tecnológico, e o fato de ter conseguido um feito como este de construir e detonar uma Bomba H comprova isso. Recentemente, no ano de 2015, o governo socialista e popular deste país inaugurou um grande complexo educacional, com a forma de um átomo, que foi chamado de Palácio das ciências e da tecnologia, mostrando a importância que é dada ao desenvolvimento do conhecimento científico materialista neste país.

PALÁCIO DAS CIÊNCIAS E DAS TECNOLOGIAS
Este é o complexo das Ciências e das Tecnologias, de uso público e gratuito, localizado em uma ilha no rio Taedong, em Pyongyang (Foto: KCNA). O governo da República Popular Democrática da Coreia, inaugurou na capital Pyongyang, o belíssimo palácio, é um complexo de 100 mil metros quadrados com formato arquitetônico que lembra a estrutura atômica. Construído em cerca de sete meses, o complexo é um centro público destinado à investigação e difusão da ciência e conta com uma biblioteca eletrônica com publicações produzidas pelo próprio Palácio e outros centros universitários e científicos do país. São milhões de arquivos digitais, de acesso público e gratuito.


O objetivo do governo é levar o conhecimento científico e tecnológico para todo o povo da República Popular Democrática da Coreia para “construir um país próspero”, informa a agência KCNA. Com salões dedicados a ciências básicas e aplicadas, uma sala de simulação de terremotos, um laboratório científico virtual, e uma área dedicada à pesquisa de novas fontes de energia, além de bibliotecas e áreas de leitura são algumas das instalações do complexo. Todas as salas contam com computadores, alguns com tela sensível ao toque e projetores.





Um aspecto curioso de sua construção é o uso de tecnologias sustentáveis. A iluminação, calefação e refrigeração são garantidas a partir de fontes renováveis como a solar e a geotérmica.

Fonte: Agencia KCNA

Ricardo Tristão
Cientista Social

domingo, 3 de janeiro de 2016

RÚBAÍ, um curta metragem sobre uma garotinha Ateia

RÚBAÍ é um curta metragem sobre uma garotinha Ateia que sofre com a intolerância religiosa de sua sociedade. É uma estória belíssima e emocionante.

 Rúbaí, a garotinha atéia

A realidade social e materialista dos fatos cientificamente observados, nos mostra e nos ensina que, toda criança nasce ateia. Sem  acreditar em nenhuma religião. Ninguém nasce cristão, judeu, muçulmano, hindu, budista, etc. Assim como, também não existe criança que nasce brasileira, alemã, francesa, italiana, chinesa, etc. Religião, cultura e nacionalidade não são características genéticas, são características socialmente aprendidas e adquiridas com o tempo. A criança adquire os costumes sociais vivendo em sociedade, ou seja, todos nós somos adestrados ou educados nos hábitos sociais, costumes, cultura, religião e nacionalidade da sociedade e da família ou grupo familiar com que convivemos ao longo de muitos anos. Algumas crianças conseguem manter uma certa independência, uma capacidade de ser um livre pensador e se mantém Ateus por toda a vida. Mas a maioria não consegue e sucumbe às pressões, ou melhor à opressão social, e assimila e se submete à religião e a cultura predominante onde nasceu. Mesmo assim isso também pode mudar depois deste processo.

O curta metragem trata exatamente disso, o momento em que as crianças estão enfrentando os conflitos que são gerados quando, pela sua experiencia prática com a natureza, a realidade materialista dos fatos percebidos empiricamente por elas, entram em conflito ou melhor, entram em contradição com os preconceitos idealistas religiosos e culturais tradicionalmente aceitos e impostos na sociedade em questão. A estória do curta descreve o que acontece quando uma menina diz na escola que não acredita na existência do Deus cristão e a partir de então passa a ser discriminada e a sofrer o que chamo de intolerância religiosa contra os ateus, inclusive sendo chantageada emocionalmente por seu professor e de sua mãe. Essa é a história do curta metragem irlandês Rúbaí.

O filme ganhou recentemente o prêmio de Melhor Curta de um festival de Sardenha (Itália). Ele foi filmado em fevereiro de 2013 na aldeia irlandesa de Spiddal. Na época, Ní Fhoighil, a atriz que fez o papel de Rúbaí, tinha 7 anos. Ela foi escolhida para o filme após passar em um teste com 42 concorrentes.

A história foi escrita por Antoin Beag Ó Colla e filme foi dirigido por Ní Fhiannachta. Fhiannachta não quis fazer um curta ateísta, mas, como disse em uma entrevista, mostrar o quanto um livre pensador independente desafia as tradições sociais e os preconceitos judaico cristãos da sociedade. O que fica claro ao final do filme. Assista até o final dos créditos para entender a última cena do curta…

Ricardo Tristão
Cientista Social



sábado, 2 de janeiro de 2016

PIG censura que em 10 anos, redução da extrema pobreza foi de ao menos 63%


Acabamos de iniciar o ano de 2016 e sou obrigado a voltar ao velho tema da censura praticada cotidianamente pelo Partido da Imprensa Golpista (PIG). Como hoje o PIG está abertamente em uma feroz campanha golpista para destruir a democracia no Brasil, derrubando a presidenta Dilma Rousseff, eles omitem deliberadamente todos os dados bons do governo atual e também de todos os avanços já alcançados na última década de governos democráticos e progressistas.

Desta vez foram os dados e a análise feita pelo Ipea, Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada, que concluiu que nos últimos 10 anos houve uma impressionante redução da pobreza extrema no Brasil, ou seja, cerca de 63% de redução da miséria criada nos últimos 500 anos. Em qualquer meio de comunicação seriamente comprometido com a realidade materialista dos fatos, esta notícia seria motivo de grande divulgação, mas para os meios de comunicação das classes dominantes da burguesia capitalista, essa informação científica tem que ser cuidadosamente deturpada ou escondida da população brasileira para evitar qualquer tipo de simpatia pelos feitos de um governo democraticamente eleito pela maioria de nosso povo. É a campanha do quanto pior melhor desta gente que insiste em manter seus complexos de vira latas!


Bom, vamos deixar que você tire suas próprias conclusões, abaixo reproduzo o artigo original do Ipea e depois o link para as Notas Técnicas do estudo:


30/12/2015 - 09h:38min

Em 10 anos, redução da extrema pobreza foi de ao menos 63%
É o que revela a análise feita pelo Ipea dos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) de 2014.

"Passamos por um ciclo ininterrupto de transformações sociais em 10 anos (2004-2014). Todos os dados relacionados às questões sociais têm apresentado melhora e nos permitiram a constituição de um colchão de amortecimento às crises", pontuou André Calixtre, diretor de Estudos e Políticas Sociais do Ipea no lançamento da Nota Técnica PNAD 2014 – breves análises. Para o pesquisador, a renda crescente, a diminuição da desigualdade de renda, além da melhoria dos programas de transferência de renda e o aumento da cobertura previdenciária explicam os números de 2004 a 2014. “Houve uma retomada do ciclo de redução da extrema pobreza”. O estudo foi apresentado nesta quarta-feira, 30/12/2015, na sede do Ipea, em Brasília.

A Nota conta com diversos capítulos que analisam temas como desigualdade social, gênero e raça e arranjos familiares. No primeiro texto, “Desigualdade e Pobreza”, o autor, Rafael Osorio, demonstra que tanto pelo índice de Gini quanto por outros três índices da família de indicadores de entropia generalizada as desigualdades de renda decrescem no Brasil de 2004 a 2014. O índice de Gini do país caiu de 0,570 em 2004 para 0,515 no ano passado. Da mesma forma, a parcela da população em situação de pobreza sofreu redução no período analisado. A queda na taxa de pobreza extrema de 2004 para 2014 varia de 63% a 68,5%, dependendo da linha de análise utilizada, uma redução média em torno de 10% ao ano.

A segunda análise, “Mudanças nos Arranjos Familiares: 2004 e 2014”, de autoria de Ana Amélia Camarano e Daniele Fernandes, avaliou as formas como as famílias brasileiras estão se organizando e como as condições de vida, medidas pelo rendimento médio mensal e pelo percentual de famílias pobres, variam segundo o tipo de arranjo familiar. Os domicílios tradicionais ocupados por um casal e filhos diminuíram 10 pontos percentuais em dez anos, de 54,8% para 44,8%, cedendo espaço para os domicílios habitados por homens e mulheres sozinhos, casais sem filhos e lares chefiados exclusivamente pela mulher. Esses novos arranjos familiares têm feito crescer a proporção de domicílios onde os parceiros não têm perspectiva de criar filhos: de 12,4% em 2004 para 20,2% em 2014.

A análise feita pelos pesquisadores Paulo Corbucci, Herton Ellery Araujo, Ana Codes e Camilo Bassi trata da evolução de dois indicadores educacionais: a média de anos de estudo dos jovens brasileiros e a taxa de alfabetização da população de 15 anos ou mais. A pesquisa mostra que os dados da PNAD 2014 reiteram os avanços obtidos na última década no que tange à ampliação da escolaridade dos jovens brasileiros, mas também confirmam a necessidade de maior atenção junto aos segmentos populacionais de maior idade. Mesmo em relação aos jovens, existem desigualdades que deverão ser reduzidas, sob o risco de não serem alcançadas as metas estabelecidas pelo Plano Nacional de Educação (PNE 2014-2024). Os maiores desafios ficam por conta da inclusão dos segmentos populacionais mais vulneráveis, para os quais deverão ser desenhados programas e ações que levem em consideração suas especificidades.

Trabalho

Assinado pelo pesquisador Lauro Ramos, o texto “Breve análise dos dados da PNAD 2014 para o mercado de trabalho” explorou o tema por meio da comparação dos resultados de seus principais indicadores, ao longo dos 10 anos. Ele concluiu que o desempenho dos rendimentos do trabalho, da informalidade e do desemprego foram amplamente favoráveis no período. No entanto, deve-se atentar para o comportamento dessas variáveis entre 2013 e 2014, um prenúncio do cenário difícil vivido em 2015. O crescimento do rendimento médio real, que foi superior a 7% em 2006 e próximo de 6% em 2012, caiu para menos de 1% em 2014.

O quarto texto, “Cobertura previdenciária na PNAD 2014”, de Leonardo Alves Rangel, analisou o comportamento da cobertura previdenciária da população ocupada (PO) de 16 a 64 anos e da população idosa (65 anos ou mais). Quanto considerados todos os beneficiários contributivos e não contributivos, essa cobertura pulou de 63,4% em 2004 para 72,9% em 2014 em toda a população ocupada de 16 a 64 anos. Quando se observa somente a população idosa, a cobertura sofreu uma pequena elevação, de 89,9% em 2004 para 91,3% em 2014.

Em seguida, os pesquisadores Natalia Fontoura, Antonio Teixeira Lima Jr. e Carolina Cherfem analisam as desigualdades de gênero e raça entre os brasileiros, além do emprego doméstico. Eles concluem que os grupos sociais mais atingidos pela desocupação produzida entre 2013 e 2014 foram as mulheres negras (35,1%) e os homens negros (25,2%). Entre as mulheres negras, no entanto, o grau de informalidade caiu de 75,9% em 2004 para 66,5% em 2014. Em relação ao trabalho doméstico, cresceu a proporção de trabalhadoras que prestam serviços em mais de um domicílio – de 21,4% há dez anos para 31,1% atualmente, mostrando um aumento da composição das trabalhadoras diaristas ante as de emprego fixo.

O texto “Evolução do emprego agrícola entre 2005 e 2014: pequenos ganhos contra a precariedade predominante”, de Alexandre Arbex Valadares e Marcelo Galiza Pereira de Souza, observou importantes alterações no quadro geral do assalariamento agrícola no país. Entre os pontos destacados pelo estudo está o de que empregados permanentes diretamente envolvidos na atividade agropecuária recebiam, em média, R$ 659 por mês em 2004, ao passo que em 2014 seus rendimentos alcançavam R$ 991, uma alta real de 50,5%.

Por fim, no artigo “Trabalho infantil em atividades agrícolas na PNAD 2014”, os autores investigaram diversos aspectos da distribuição do trabalho infantil para a população de 10 a 14 anos de idade – que, em 2014, correspondia a 89,3% do total de crianças e adolescentes rurais ocupados. Um dos pontos explorados pelo estudo mostra que, entre 2013 e 2014, o total de ocupados agrícolas nesta faixa etária, com domicílio rural, cresceu de 406,9 mil para 427,5 mil, ou 5,1%. Deste total, 82,7% estavam em ocupações características da agricultura familiar. Apesar do aumento no trabalho infantil rural de 2013 para 2014, o saldo dos dez anos estudados é positivo: a queda do trabalho infantil no campo (57%) foi muito superior ao decréscimo populacional da mesma faixa etária nos mesmos dez anos (16%).



Fonte: IPEA:
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Ricardo Tristão 
Cientista  Social

sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

PCdoB se solidariza com os metalúrgicos capixabas em greve

Os metalúrgicos do Espírito Santo estão em greve e assim passarão a virada do ano, lutando por reposição salarial, enquanto são espantosamente intimidados pela tropa de choque da Polícia Militar e por policiais descaracterizados e de armas em punho avançando contra os trabalhadores, conforme mostra o vídeo do Sindimetal/ES, que pode ser visto no link ao final dessa matéria.
Qual o objetivo da presença massiva e ostensiva da Polícia Militar na portaria da ArcelorMittal/Tubarão, onde os trabalhadores faziam manifestação pacífica em busca de abertura de diálogo com seus patrões para dar início à negociação da pauta de reivindicações?
De acordo com o Sindimetal/ES, “desde que teve início a greve, os protestos dos metalúrgicos acontecem de forma pacífica. E hoje (30/12/2015) não foi diferente. Os trabalhadores protestavam ordeiramente, quando foram surpreendidos por policiais à paisana que sacaram armas e ameaçaram os companheiros.”
Diretores do sindicato disseram que “sem identificação, três policiais fotografavam os trabalhadores que participavam do protesto”. Como não sabia que eram policiais, “os companheiros pediram que não fossem fotografados para não sofrem represálias das empresas. Além de não atenderem o pedido, os policiais sacaram as armas e apontaram em direção aos manifestantes.”
Como os tais policiais a paisana foram filmados, é preciso que sejam imediatamente identificados e que a Secretaria de Segurança pública explique que papel  estavam cumprindo ao fotografarem os grevistas e  por que sacaram das armas e apontaram para os grevistas. Ou será que não eram policiais e sim milicianos a serviço da Arcelor Mittal?
A greve teve início no último dia 17 e hoje (30/12), em assembleia, os trabalhadores decidiram manter o movimento paredista e iniciarão 2016 de braços cruzados.
O Partido Comunista do Brasil se solidariza com os trabalhadores metalúrgicos, que exercem de forma pacífica seu legítimo e legal direito de greve, apoia irrestritamente suas reivindicações e exige que a Secretaria de Segurança Pública do Estado do Espírito santo explique a sociedade qual o objetivo do excessivo emprego da força  policial na atuação dos grevistas junto à portaria da Arcelor Mittal e, que esclareça se eram policiais aquelas pessoas descaracterizadas que filmavam os trabalhadores, por que filmavam e por que  sacaram armas em direção aos trabalhadores.
Link para o vídeo do Sindimetal/ES: 

Polícia cerca Sindimetal-ES
Veja no vídeo a quantidade de policiais que hoje pela manhã cercou o Sindimetal-ES e impediu que os trabalhadores lutassem por melhores salários.
Posted by Sindimetal-ES on Quarta, 30 de dezembro de 2015






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